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sábado, 31 de outubro de 2020

Fim da campanha Outubro Rosa

Mais uma campanha de conscientização que chega ao fim, mas isso não quer dizer que a ideia que queremos espalhar por aí vá acabar!

O câncer de mama é real. Ele mata milhares de mulheres todos os anos e o diagnóstico precoce é fundamental para a cura. Sim! Tem cura!


Não deixe de se tocar, não deixe de praticar atividade física e, principalmente, não deixe de se amar.

A nossa logo voltará às cores originais, mas KM Fitness continuará apoiando esta causa sempre!

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quarta-feira, 21 de outubro de 2020

Outubro Rosa: mitos e verdades sobre o câncer de mama.

Ana Furtado enfrentou e se curou do câncer de mama. Ela admitiu que o diagnóstico foi um susto. No entanto, a apresentadora afirmou que o otimismo e a aceitação da doença foram essenciais: "Minha positividade me levou muito além do que eu imaginava. Não pensei que fosse ser tão forte quanto fui. Me manter positiva foi crucial para eu conseguir continuar em pé, trabalhando, cuidando da minha filha, de casa, do meu marido."

Ana também alertou para o diagnóstico precoce em seu programa, É de casa:

"Examine o seu peito sempre. Se notar algum alteração, procure o médico. O exame de mamografia é fundamental e não substitui o autoexame. Alguns tumores não são palpáveis. Por isso a necessidade dos exames de rotina. Só estou aqui hoje porque tive um diagnóstico precoce e tratamento. Vamos nos prevenir, fazer o exame e vamos viver."

Este vídeo foi publicado em seu Instagram (@aanafurtado) para alertar sobre os mitos e verdades sobre o câncer de mama:


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quarta-feira, 14 de outubro de 2020

Outubro rosa: quais os benefícios da atividade física no tratamento e prevenção do câncer de mama?

O câncer de mama é um dos mais comum entre as mulheres. Milhares de novos casos são diagnosticados todos os anos, especialmente na população acima dos 50 anos.


Fatores comumente associados ao câncer da mama podem ser divididos em não-modificáveis (genéticos) e modificáveis (sedentarismo). Esse último, juntamente com o excesso de peso, é responsável por 25% dos casos de câncer no mundo, além de estar ligado a outros inúmeros problemas de saúde, como doenças cardiovasculares e cerebrovasculares, diabetes, depressão e enfraquecimento ósseo.

Pesquisas afirmam que a grande maioria dos indivíduos com câncer são sedentários ou não ativos, e que diversos ensaios clínicos que promovem a atividade física e exercício têm apresentado resultados positivos na melhora da qualidade de vida dos pacientes, assim como redução da fadiga, melhora das capacidades funcional e psicológica e diminuição do risco de morte pelo câncer.

A American Cancer Society (ACS) afirma que mulheres fisicamente ativas têm 10 a 20% menos risco de câncer de mama do que mulheres que são inativas. Essa redução está associada com quantidades crescentes de exercícios e também atividades mais vigorosas, entretanto, mesmo quantidades menores de exercícios, incluindo caminhadas, se mostraram benéficas, como mostrado no estudo conduzido pela ACS, com mais de 73 mil mulheres em estado de pós-menopausa, o qual identificou redução de 14% no risco de câncer de mama em mulheres que caminhavam mais de sete horas por semana, quando comparadas a mulheres que caminhavam menos de três horas por semana.

O mecanismo com que a atividade física reduz o risco de câncer de mama é através da redução dos níveis de estrogênios circulantes (em consequência de uma diminuição do tecido adiposo) e da inflamação e melhora da sensibilidade à insulina.  A atividade física também tem efeitos imunomodulatórios que melhoram as respostas imunes inata e adquirida e promovem vigilância tumoral.

A prática de atividade física também é muito importante durante o tratamento do câncer de mama, pois promove um melhor convívio com os efeitos colaterais, melhor resposta ao tratamento, além da manutenção da forma física, evita a perda de massa muscular e ganho de tecido adiposo, reduzindo fadiga e deterioração da qualidade de vida.

A atividade física, em qualquer nível, no pós-diagnóstico é capaz de reduzir a mortalidade nas pacientes com câncer de mama em aproximadamente 30%, especialmente nas pacientes acima de 50 anos. Em mulheres com tumores com receptor positivo para estrogênio, a atividade física reduziu a mortalidade específica em 50%.

E quais tipos de exercícios são efetivos?

A ACS recomenda sessões de 45-60 minutos em pelo menos cinco dias da semana, sem descrever um tipo específico de exercício, mas que se enquadre dentro da intensidade minimamente moderada.

Todos esses dados apresentados mostram que a atividade física é uma prática relativamente conveniente, fácil e barata, capaz de prevenir e/ou modificar o risco da doença e também seu desfecho.

Por fim, e não menos importante, ressalta-se a informação de que mesmo mulheres que eram sedentárias previamente ao diagnóstico têm igual efeito na redução da mortalidade após se engajarem em um programa de atividade física regular; ou seja, nunca é tarde para (re)começar.

Referências: Portal Pebmed

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quarta-feira, 9 de outubro de 2019

12% das mortes por câncer de mama no Brasil são atribuíveis ao sedentarismo

Estamos em pleno Outubro Rosa e não poderíamos deixar esse assunto passar em branco por aqui. O outubro Rosa é uma campanha de conscientização com o objetivo principal de alertar as mulheres e a sociedade sobre a importância da prevenção e do diagnóstico precoce do câncer de mama.


Segundo dados do Ministério da Saúde, uma em cada 10 mortes de mulheres (aproximadamente 12%) vítimas de câncer de mama poderia ter sido evitada se elas praticassem ao menos 150 minutos de atividade física regular por semana.

As informações abaixo foram extraídas na íntegra do site do Ministério da Saúde (clique aqui):

O artigo explica que um dos fatores que causam o câncer de mama é o excesso de estrogênio, que pode levar à formação de mutações e carcinogênese estimulando a produção de radicais. A atividade física diminui o estradiol e aumenta a globulina de ligação a hormonas sexuais, provocando uma redução de circulantes inflamatórios e aumentando as substâncias anti-inflamatórias.

“A prática de atividade física melhora o metabolismo de alguns hormônios relacionados com o câncer de mama, o que pode evitar e até melhorar o quadro de uma paciente com a doença. Estamos conseguindo evidências para mostrar a vantagem de se reduzir o sedentarismo na população”, alerta Fatima Marinho, Diretora do Departamento de Vigilância de Doenças e Agravos não Transmissíveis e Promoção da Saúde da Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde.

Os estados brasileiros com melhores indicadores socioeconômicos apresentaram as maiores taxas de óbitos de câncer de mama atribuível à inatividade física. O Rio de Janeiro aparece em primeiro lugar, seguido pelo Rio Grande do Sul e São Paulo. Além disso, nos estados do Norte e Nordeste, verifica-se uma transição de mortalidade, como explica a Diretora do Departamento de Doenças e Agravos Não Transmissíveis e Promoção da Saúde, do Ministério da Saúde (DANTPS/MS), Fátima Marinho. “Apesar de não aparecerem no topo desta lista, estados do Norte e Nordeste estão passando por uma transição de mortalidade, ou seja, aumentando o número de óbitos por doenças crônicas e diminuindo as resultantes de outros tipos”, afirma a diretora.

A pesquisa também chama atenção para o impacto de outros fatores de risco em mortes. 6,5% dos óbitos por câncer de mama são atribuídos ao uso de álcool, índice alto de massa corporal e uma dieta rica em açúcar. “Esta informação reforça a importância de ter uma política nacional de promoção da saúde que contribua para mudança dos comportamentos de risco para doença crônica. Estimular o consumo de alimentos frescos e ricos em nutrientes, reduzir o sedentarismo, além de evitar o uso abusivo de álcool e o tabagismo, por exemplo. A adoção de um estilo de vida saudável evitaria 39% das mortes por doença crônica, que responde por 76% das causas de morte no Brasil, sendo a promoção da saúde uma política com baixo custo e com grande impacto populacional. Se a saúde/doença da população brasileira continuar a tendência atual, com grande crescimento da doença crônica em adultos jovens, não haverá financiamento suficiente para o SUS, devido ao alto custo da doença crônica”, completa a diretora do Ministério da Saúde.

Dados da última Pesquisa de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel 2017) aponta que 13,9% das mulheres das capitais brasileiras são sedentárias. O número é maior entre as que têm mais idade, mas também entre as jovens com idades entre 18 e 24 anos (21%). A pesquisa traz ainda que 51,3% delas praticam atividade física insuficientemente, ou seja, não alcançam o equivalente a pelo menos 150 minutos semanais de atividades de intensidade moderada ou pelo menos 75 minutos semanais de atividades de intensidade vigorosa.

Os dados e o estudo apresentado pelo Ministério da Saúde deixa mais do que claro a importância de fazer atividade física e a mudança de hábitos em relação à alimentação para prevenção e combate ao câncer de mama.

Um dos objetivos da KM Fitness é fazer parte dessa mudança! Vamos dar um basta no sedentarismo?


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