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quinta-feira, 8 de outubro de 2020

Esporte Paralímpico do dia: Tiro Esportivo

"O tiro esportivo é uma modalidade que exige concentração, técnica e prática. Carabinas e pistolas de ar são utilizadas nos eventos de 10 metros de distância. Já nos 25 metros, é uma pistola de perfuração (pólvora) que toma conta da disputa. Carabinas de perfuração e pistolas são as armas das provas de 50m.

                                   

A modalidade estreou nos Jogos Paralímpicos de 1976, em Toronto, apenas com homens nas disputas. Quatro anos depois, em Arnhem, na Holanda, as mulheres entraram na disputa, inclusive em provas mistas. Em 1984 (Stoke Mandeville e Nova York) e 1988 (Seoul), as provas mistas foram retiradas do programa, voltando apenas em 1992, em Barcelona, substituindo a prova feminina. Quatro anos depois, em Atlanta, os três tipos de disputas foram fixadas novamente nos Jogos.

A estreia brasileira ocorreu em 1976. A segunda aparição de brasileiros veio somente em Pequim 2008, após 32 anos fora do evento, com Carlos Garletti, que também disputou as Paralimpíadas de Londres 2012 e do Rio 2016. Além de Garletti, nos Jogos do Rio o Brasil esteve representado por mais três atletas - Alexandre Galgani, Débora Campos e Geraldo Rosenthal - porém, nenhum deles chegou ao pódio.

Informações gerais

  • Deficiência: Física (membros superiores ou inferiores)
  • Armas: Carabina e pistola (nos Jogos Paralímpicos)
  • Gênero: Masculino e feminino
  • Posiçõesi:Em pé, deitada e ajoelhada
  • Distâncias: 10 a 50 metros
  • Número de tiros: 20 a 120
  • Tempo de prova: 1h a 2h30

Classificação no Tiro esportivo

A classificação dos atletas é feita de acordo com o equilíbrio, a mobilidade dos membros, a força muscular e o grau de funcionalidade do tronco. Atletas com diferentes tipos de deficiência podem competir juntos. Dependendo da classe, os atletas podem usar um suporte para a arma. Os atletas são divididos em duas classes: SH1 (Atiradores de pistola e de carabina que não requerem suporte para a arma) e SH2 (Atiradores de carabina que não possuem habilidade para suportar o peso da arma com os braços e precisam de suporte para a arma).

Todas as informações contidas no texto foram extraídas do Site do Comitê Paralímpico Brasileiro, clique aqui para conhecer!

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quinta-feira, 6 de agosto de 2020

Esporte Paralímpico do dia: Ciclismo

O esporte é muito democrático e ninguém precisa ficar de fora. Os esportes paralímpicos são exemplos disto!


Paralisados cerebrais, deficientes visuais, amputados e lesionados medulares (cadeirantes), de ambos os sexos, competem no ciclismo adaptado. Seguindo as regras da União Internacional de Ciclismo (UCI), a modalidade tem apenas algumas diferenças para adequar-se ao programa paralímpico. As provas podem ser de pista (velódromo) ou de estrada.


A estreia brasileira na modalidade em Paralimpíadas ocorreu em Barcelona 1992, com a participação de Rivaldo Gonçalves Martins. O atleta foi também o primeiro do país a ser campeão mundial, em 1994, na Bélgica. Lauro Chaman foi o primeiro do país a subir ao pódio em Jogos Paralímpicos. No Rio 2016, ele faturou duas medalhas: uma prata e um bronze.

Os atletas podem competir em quatro tipos de bike, de acordo com a deficiência: 

1) As bikes convencionais são utilizadas por atletas amputados e com outras deficiências físico-motoras. Podem ter adaptações específicas para o uso de câmbios e freios;

2) As handbikes são utilizadas por atletas com paralisia cerebral. Tem duas rodas atrás para maior equilíbrio;

3) Os triciclos são utilizados por atletas com paraplegia e tetraplegia. São impulsionadas pelos braços;

4) As tandem são utilizadas por atletas com deficiência visual e seus guias. Possuem dois bancos e quatro pedais.


Os ciclistas são divididos em quatro tipos de classes. As que começam com H (H1, H2, H3 e H4) tem ciclistas que se posicionam deitados no banco da bicicleta. Na H5, ficam ajoelhados e usam, também, a força do tronco para impulsionar a bike. Atletas da T1 são mais debilitados que os da T2 e, os dois grupos, andam de triciclo. Nas classes C1 a C5, quanto menor o número, mais debilitado é o atleta. E, por fim, na tandem, exclusiva dos deficientes visuais, um dupla pedala.

H1 a H5: Atletas impulsionam a bicicleta adaptada (handbike) com os braços.
T1 e T2: Ciclistas com paralisia cerebral cuja deficiência impede de andarem uma bicicleta convencional (competem em triciclos).
C1 a C5: Atletas competem em bicicletas convencionais. Classes direcionadas aos competidores com deficiência físico-motora e amputados.
Tandem: Classe destinada aos deficientes visuais. As bicicletas são de dois lugares e o ciclistada frente, ou “piloto” enxerga normalmente.


As belas fotos foram feitas nos Jogos Paralímpicos do Rio em 2016 e estão disponíveis no site dos Jogos Paralímpicos de Tóquio, 2020 que ocorrerá, excepcionalmente, em 2021 por causa da pandemia do Novo Coronavírus.



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quinta-feira, 18 de junho de 2020

Esporte Paralímpico do Dia: Atletismo

O atletismo paralímpico é praticado por atletas com deficiência física, visual ou intelectual. As provas são disputadas por homens e mulheres, na pista, no campo e na rua. 


Há provas de corrida, saltos, lançamentos e arremessos, tanto no feminino quanto no masculino.Cada uma, conta com suas disputas específicas.


Na pista são disputadas as provas de velocidades (100m, 200m, 400, rev. 4x400m e rev. 4x100m); meio fundo (800m e 1.500m); fundo (5.000m e 10.000m); Salto em distância; Salto em altura; e salto Triplo. Na rua são disputadas a meia-maratona (21km) e a maratona (42km). E finalmente no campo são disputadas as provas de lançamento de disco e club, lançamento de dardo e arremesso de peso.


Os competidores são divididos em grupos de acordo com o grau de deficiência constatado pela classificação funcional. Os que disputam provas de pista e de rua (velocidade, meio fundo, fundo e maratona) e salto em distância, levam a letra T (de track) em sua classe. Já os atletas que fazem provas de campo (arremessos, lançamentos e saltos em altura) são identificados com a letra F(field) na classificação.


Para os atletas deficientes visuais, as regras de utilização de atletas-guia e de apoio variam de acordo com a classe funcional. Nas provas de 5.000m de 10.000m e na maratona, os atletas das classes T11 e T12 podem ser auxiliados por até dois atletas-guia durante o percurso (a troca é feita durante a disputa). No caso de pódio, o atleta-guia que terminar a prova recebe medalha. O outro, não. Há, também, situações específicas em que um guia que não estava inscrito inicialmente em determinada prova tenha de correr. Neste cenário, ele não recebe medalha, caso suba ao pódio.


Ser atleta e se superar todos os dias. Ser atleta paralímpico é superação em dobro e dá um orgulho danado ver cada prova dessa sendo disputada!

As informações são do Site do Comitê Paralímpico Brasileiro.

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